Processos — perceber como se trabalha
Entramos na empresa e olhamos para a forma como lá se trabalha realmente: as folhas de cálculo que passam de mão em mão, o papel que circula entre secretárias, o mesmo dado introduzido duas ou três vezes em programas que não falam entre si. Falamos com as pessoas que fazem o trabalho, não só com quem o dirige.
Quase sempre, o problema não é o software: é o caminho que a informação percorre para lá chegar. Por isso a primeira entrega não é um orçamento, é uma fotografia honesta do processo: onde se perde o tempo, onde nascem os erros, o que vale a pena tocar primeiro — e o que, pelo contrário, já funciona e deve ficar quieto.